sábado, 23 de janeiro de 2016

Livros para ler e metas para vencer...


        Finalmente, depois de uma "pausa" desde o fim de 2012, consegui começar o ano lendo em disparada. 2016 já começou me trazendo sequências de séries que eu adoro (como "A Seleção") e eu estou ansiosa para continuar embarcando em tantas boas histórias.
        Por causa disso, resolvi trazer para vocês a minha meta de leitura para 2016. Como passei na Federal no curso de Letras, terei que ler bastante para o curso, mas não quero seguir apenas o que for obrigatório. Vai ser o meu momento de me aprofundar ao máximo no mundo da Literatura e eu não quero perder isso por nada nesse mundo.
        Como no meu primeiro período, a única matéria dirigida especificamente para essa área é a de Literatura Épica, vou aproveitar para adiantar as minhas leituras até agosto, mas meu objetivo principal é manter um ritmo constante durante todo o curso. Por isso, estabeleci uma meta pessoal de dois livros por semana.
       Até o momento, já se passaram três semanas de janeiro e eu só li quatro livros, ou seja, ainda estou um pouco enferrujada, mas não vou perder as esperanças tão cedo! Além do mais, já li mais da metade da quantidade de livros de 2015 (foram apenas 7 leituras, ano passado).
       Fora essa meta literária, também tenho outras duas para cumprir esse ano. A segunda consiste em dedicar, pelo menos, um dia da minha semana a minha escrita. Pretendo disponibilizar alguns dos meus trabalhos aqui para vocês, em formato de e-book ou talvez eu volte a fazer minhas novelas também! 2016 vai trazer várias novidades aqui para o meu cantinho.
       A terceira e última meta consiste em me dedicar mais ao blog através de, no mínimo, três posts semanais. Esse "Diário" é o meu porta-voz para todos vocês, para o resto do mundo, e eu não posso continuar a relegá-lo a um décimo plano. Sei que já comecei o ano descumprindo essa meta, mas pretendo me ajustar até o início das minhas aulas!
       Estou muito ansiosa para começar uma nova jornada com a companhia de vocês e espero que gostem de percorrê-la comigo!
Beijinhos, Beatriz.
     

sábado, 2 de janeiro de 2016

O que vou fazer com você, 2016?

       Pela primeira vez nos meus quase 18 anos, tive uma sensação diferente ao ver os fogos celebrando o início de um novo ano. Sempre possuí aquela esperança clichê de que uma mudança de número no meu calendário poderia trazer as soluções para todos os meus problemas. Porém, depois de um surpreendente 2015, percebi que não há milagres caindo do céu junto com a pólvora.
       À 00h00, uma profunda animação para viver atingiu meu coração. Após anos na escola, enfrentarei meu primeiro ano na faculdade, meu primeiro ano sem ter as mesmas metas que todos os meus amigos, meu primeiro ano podendo ser realmente quem eu sou.
      Sempre achei a liberdade bastante assustadora e, agora, encarando-a de forma tão próxima, sei que eu estava certa. O que você fazer quando você pode fazer tudo? Quem você quer escolher quando não há mais fofocas no corredor para comentar sua escolha? O que escrever quando há todo o tempo do mundo para isso?
      Eu, até o final de 2014, deixei muito a minha vida me levar para onde quisesse. Não tinha tomado decisões nem mudado as coisas que me desagradavam. Entretanto, em 2015, comecei a escrever o futuro que eu queria. Fiz amizades incríveis com pessoas que nunca imaginei que conheceria, desapaguei-me de velhos hábitos e pessoas que me desagradavam imensamente e trilhei os primeiros passos da minha jornada.
      Em 2016, sinto que meu verdadeiro objetivo é viver. Quero lutar pelo que eu quero, mesmo se os obstáculos forem quase intransponíveis, Quero me apaixonar intensamente e viver o máximo dessa relação. Quero escrever sobre tudo e sobre nada, sobre meus sonhos e meus pesadelos, sobre minha alma e meus próprios demônios.
      Acho que, em 2016, o meu segredo vai ser viver como se cada dia fosse o último. Meu medo sempre foi de as coisas acabarem e eu me arrepender de não ter as aproveitado. Eu não quero que os anos passem e, de repente, já seja tarde demais. Nossa história foi feita para escrevermos e estou decidida a não desperdiçar nem mais uma linha.

Beijinhos, Bia.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Foi a última vez?

     Imagino o som de sua voz e sinto como se não estivesse sendo fiel ao que realmente saía de sua boca. Relembro-me de seus olhos suaves e parece que eles não são tão brilhantes quanto pessoalmente. O toque de suas mãos está na minha cintura, mas é apenas mais uma ilusão cruel de minha memória.
      Dói profundamente, e de uma forma que nunca imaginei, pensar que talvez tenham se passado os nossos últimos momentos juntos. Como uma faca despedaçando cuidadosamente meu coração, vejo seu rosto tão perto do meu, mas nossos lábios nunca próximos o suficiente.
      Como os meses, e anos, de nossa história se passaram tão rápidos? Como eu não percebi desde aquele primeiro instante que você não era apenas um personagem no meu enredo, mas o protagonista? Como eu te deixei ser apenas um coadjuvante de tantas histórias de amor quando só você estava no meu coração?
      Não consigo ainda aceitar que agora já não há mais uma data certa de quando nos veremos novamente. Sempre ouvi dizer que acabar a escola trazia momentos nostálgicos e grandes saudades, mas te deixar para trás é mais do que posso suportar. Apesar de todas as minhas raivas, de todos os seus ciúmes, de todos os nossos erros, há anos eu não consigo mais imaginar uma vida sem você.
       Uma vez, li uma linda declaração de amor de uma menina que dizia para o seu amado: "Não importa o que seja, eu só quero ser algo grande na sua vida - uma grande amiga, uma grande namorada...". E sinceramente, eu a entendo completamente. De sua vida, eu só quero participar até o meu último suspiro. É claro que espero ser seu grande amor como você é o meu, mas é muito mais insuportável a ideia de não ser mais nada diante de seus olhos.
       Quero ter forças para não te deixar partir, quero ter forças para dizer tudo o que escondi nesses anos. Quero que eu te diga as três palavras mais desperdiçadas do mundo e você as me retribua com todo o amor que é capaz de sentir. Quero o seu tudo, seu bem, sua paz, seu sorriso, sua alma.
       Não nos despedimos no nosso último capítulo do livro "Escola" da minha vida, então, talvez isso signifique que você não é alguém que simplesmente ficará nos meus anos juvenis. Talvez Deus estivesse me dando um spoiler esperançoso, talvez algo de bom só estivesse me dizendo: ele vai voltar. E eu não poderia estar mais desesperada pela sua volta.

Beijinhos, Beatriz.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

De outras vidas até você

        Eu sempre acreditei em outras vidas, mas, só quando te encontrei pela primeira vez há alguns anos, que tive a verdadeira sensação de não ser a primeira vez que nos víamos. Por um segundo, antes de eu julgá-lo com minhas antigas ideias, meu coração parou e era como se já tivesse te visto entrando por uma porta para participar da minha vida.
        Agora, tanto tempo e sofrimento depois, é como se meu sentimento por você não fosse baseado apenas no que vivemos nessa vida. Quando estou ao seu lado, sinto uma calmaria, uma paz, que nada que passamos durante esses anos poderia explicar. Você é meu porto seguro, apesar de ser a minha pior tempestade. Você tem o olhar mais importante, mesmo quando só expressam tristeza ou rancor.
       Como se estivéssemos revivendo nossa história, sinto que preciso corrigir os erros de um passado que não conheço. Sempre que nos separamos, que brigamos, você encontra um caminho de volta para mim. Em meio a todo ódio e toda mágoa que criamos, ainda assim conseguimos ficar felizes quando nos encontramos de manhã e eu não consigo realmente explicar esse amor. Por que sofremos tanto um pelo outro se nem ao menos testamos literalmente esse relacionamento? Por que minha opinião, um mero "imbecil" proferido pela minha boca, é capaz de te destruir? Por que um mero segundo de desprezo seu pode ser o responsável por acabar com o meu dia?
        Não sei se já passamos por isso em outras vidas, mas sei que não posso te deixar partir mais uma vez sem nem ao menos tentar resolver a nossa relação. Se vamos nos separar, que nos separemos para sempre, mas, se vamos nos amar, que esse amor seja eterno. Mesmo que seja eterno apenas enquanto dure.

Até logo, Beatriz.

sábado, 14 de novembro de 2015

Um mundo melhor ainda é possível?

      Todos devem ter vistos as imagens de horror durante e depois os atentados que mancharam de sangue mais uma vez as maravilhosas ruas de Paris. E antes que alguém diga "Se fosse na África, ninguém estaria ligando", essa chacina seria horrível em qualquer lugar do mundo, independentemente do nível econômico do país.
       Todos nós somos seres humanos, todos vivemos no planeta Terra e não importa se foi um deus ou apenas o Big Bang que nos pôs aqui. Somos todos da mesma espécie, de uma imensa família, mas mesmo assim por que ainda existem pessoas matando e ferindo por causa de religiões, de cores de pele?
       Às vezes, pego-me pensando se ainda há saída para essa nossa civilização. Ainda temos o espírito humano em nossas almas ou só nos comportamos de forma racional quando nos agrada? Encontraremos um jeito de contornar todos os problemas que afligem o mundo sem mais guerra sem mais ódio? Ou continuaremos a ouvir tantos tiros, tantos gritos, tantas últimas palavras?
         Hoje, eu gostaria que todos no mundo parassem um pouco e escutassem o silêncio de um mundo baleado. Hoje, todos nós fomos feridos. A cada arma disparada, menos uma chance de termos um mundo melhor. A cada corpo caído no chão, a cada criança sem vida na praia, deixamos mais um pouco da nossa humanidade para trás.
         Eu espero que hoje a força do bem ilumine mais uma vez o ser humano e não nos deixe cair na escuridão sozinhos. Precisamos da esperança para podermos nos reerguer. Os humanos estão se perdendo de suas próprias almas e é necessário que consigamos encontrar a luz antes que seja tarde demais. Antes que não haja nem mais alma alguma para salvarmos.

Até logo, Beatriz.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Estou de volta!

Então, gente, vou começar meu post avisando que finalmente parte do meu vestibular já passou! A primeira fase da federal já foi e agora, enquanto me preparo para a próxima, decidi dar uma retomada aqui no blog. Além de o meu último ano na escola já ter acabado (nosso cronograma é um pouco diferente), 2015 foi um ano muito marcante na minha vida tanto em aspectos ruins como bons e acho que isso influenciou muito a minha forma de ver o mundo. 
E uma das coisas que mudaram muito durante esse ano foi a minha maneira de encarar o amor. Na verdade, bem sinceramente mesmo, não mudou tanto assim, mas estou tentando encarar esse sentimento de um jeito mais leve e descontraída. Já cansei um pouco de relacionamentos complicados!
Por causa disso, resolvi postar minha volta com um textinho super condizente com essa nova vibe da minha vida. Espero que gostem!

         Olhos. Nunca parei para pensar o quanto os olhos podem esconder ao invés do tanto que eles mostram. Entretanto, ao te ver contendo o choro na última semana, senti como se algo bem profundo em mim despertasse.
          Você sempre fez o tipo durão, que nada nem ninguém abala, então, definitivamente esse comportamento não condiz com meus pensamentos a seu respeito. Talvez aquela menina que você tanto amou tenha endurecido o seu coração após quebrá-lo.
         Será que há conserto para uma pedra de gelo? Não tenho uma resposta clara, mas sempre que te vejo me observar sinto que algo em você está implorando para se apaixonar. A cada foto que você tira de mim, tanto o seu coração frio quanto o meu magoado por outro amor parecem ceder um pouquinho. O seu provavelmente avançando mais do que o meu, mas não podemos desprezar meus pequenos passos.
        Acredito que nossa vida dá tantas voltas que nada me surpreenderia se você acabasse formando comigo o shipper endgame. Não que essa seja minha vontade, devo ser sincera. Ainda estou tentando me acostumar com essa ideia de parar te ver e te ter como um amigo birrento para me envolver emocionalmente com você. É estranho pensar que, há dois anos, essa possibilidade nem ao menos existia, nossa história nem dava sinais de que aconteceria; agora, é claro como meus caminhos, auxiliados por sua determinação, me guiam até você.
         Talvez eu esteja me encantando ou simplesmente queira que minha vida ande um pouco. Estou exausta de relacionamentos profundos, de choros sem abraços, de brigas sem respostas diretas e imediatas. Eu quero viver o sentimento na plenitude ou, então, nada. Não suporto mais meio-termos. Se você não me bastar, tudo bem, acabou. Mas se formos um casal compatível, sei que nada faltará.

Beijinhos, Beatriz.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Quando tudo voltará a ser sobre nós dois?

     Todo mundo sempre fala sobre qual é o momento em que o ser humano se apaixona, qual é o "clique" que nos faz olhar para aquela pessoa especial com outros olhos? Será que isso pode acontecer à primeira vista ou você precisa conhecer muito a dita paixão para sentir algo por ela?
      Sinceramente, esse não é um questionamento que me importe. Saber quando você passou a se interessar por alguém é totalmente irrelevante se pensarmos em quando sabemos que amamos alguém. Como isso acontece? Em que momento de nossa vida percebemos que aquela pessoa que ocupa nossa mente é mais do que uma paixonite aguda? Quando conseguimos enxergar que quem lhe faz extremamente feliz, ou extremamente brava, se tornou parte essencial de nossas histórias?
      Acho que quando se trata de nós dois foram as nossas "brigas" que me fizeram ver quanto você era especial. A cada indireta agressiva, a cada passo que dávamos um para longe do outro, eu percebia que você era muito mais do que um amigo. Porém, eu me recusei a aceitar esse sentimento e o enterrei com xingamentos e um grande ódio, que não faço ideia de onde veio.
      Entretanto, agora, depois de tantas idas e vindas nossas, sinto que não posso te perder mais uma vez. O nosso último afastamento foi doloroso demais e eu não suporto a ideia de passar por tudo aquilo de novo. Preciso que voltemos para aqueles dois fofos que fomos um dia, mas não faço a menor a ideia de como.
      Essa temporada da série da minha vida parece estar me mostrando todos os caminhos que minha personagem pode seguir. Vejo novas amizades aparecendo, novos amores querendo se destacar, novas partes da minha personalidade aflorando. Mas a verdade é que eu só quero você. Eu não quero uma mudança de enredo. Não quero acabar com o casal principal.
      Nós dois somos o casal principal dessa história, todo o resto são apenas as outras pontas dessas formas geométricas amorosas. Você é o meu Príncipe, não importa como Vilão você se vê, e eu sou a sua Mocinha. Não somos um casal perfeito, temos sérias divergências, mas, no fundo, nossos caminhos sempre voltam a se encontrar.
      Quando você perceberá que não podemos mais perder tempo? Quando você vai se dar conta que, no fim, tudo é sobre nós dois encontrando o nosso caminho juntos?

Até a próxima,
Beatriz.