sábado, 9 de abril de 2016

Ignorar a si mesma

      Como um vento ríspido e gélido, minha alma parece passar por meu corpo como se ele não fosse mais do que uma folha de papel. Ignora os muros que criei para me proteger dos sentimentos mais fortes e quebra as correntes com que tranquei as portas dos meus pesadelos. Sai de meus braços e pernas fracos e olha o mundo externamente pela primeira vez em toda a sua vida.
      Meu corpo, agora desabitado, cai na cama, buscando um abrigo que sabe que não encontrará. A alma flutua livremente sobre a a forma desfigurada e inesperadamente não sente nada pelo que vê. Sabe que aqueles ossos foram o que lhe sustentaram durante tantos anos, que aqueles músculos foram o seu abrigo, que aquele cérebro foi responsável por realizar seus pensamentos tão criativos.
      Porém, o sofrimento tinha feito com que minha alma ignorasse o corpo que jazia sob sua aura brilhante. Ela tinha conhecido a felicidade, é claro; mas o preço fora alto demais. As dores, as decepções, as traições a talharam para ignorar o que não fosse de primeira importância. De primeira necessidade. Tudo pelo que passou pareceu lhe impor uma ideia de que a sobrevivência é a única maneira de viver na Terra. E agora, minha alma não queria mais estar em uma pseudovida.
      Aprendendo a esquecer o que lhe não fosse útil, minha alma virou as costas para meu corpo e partiu para sua próxima aventura. Ela sabia que só seguiria em frente quando ignorasse os obstáculos ultrapassados. Ela só seria livre quando deixasse sua pior inimiga para trás: ela mesma.

Beijinhos, Beatriz.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sentindo a leitura... - Um pequeno herói

    Hoje, vim apresentar a vocês um novo quadro aqui do blog: o "Sentindo a leitura...". No curso de Letras, somos incentivados a todo o momento a ler cada vez mais e mais. Porém, não basta ler, segundo os professores, temos que nos aprofundar na obra lida e entendê-la por completo, ou o mais próximo disso.
     O meu professor de Teoria da Literatura sempre nos incentiva a fazer algum tipo de organização (uma ficha, uma resenha...) após qualquer leitura feita. Porém, eu tenho uma pequena aversão às minhas resenhas, pois nunca me sinto realmente satisfeita com elas.
      Como eu quero seguir esse conselho do meu professor, mas ainda fugir das tradicionais resenhas, resolvi fazer um tipo de "entrada de diário" em que irei comentar minhas impressões e sensações sobre o livro lido. Ainda não sei se farei isso com todos os livros que ler, mas tentarei trazer muitas leituras diversas!

      O primeiro livro que li em Abril se chama "Um pequeno herói" do Fiódor Dostoiévski. Nas últimas semanas, tenho escutado, nas aulas do professor já citado anteriormente, o nome de Dostoiévski sempre que tratamos sobre grandes obras que nos engrandecem como leitores. Como nunca havia lido nada do autor, resolvi começar com uma obra curta para ver como se sentia em relação ao seu modo de escrever.
      Nas 88 páginas do livro, Dostoiévski retrata as primeiras sensações amorosas de um menino de quase 11 anos de idade. A narrativa se passa na Rússia tsarista, então o garoto, que pertence à classe abastada, é rodeado de luxo e muita futilidade. Apesar do narrador se referir com desprezo aos homens da época, somos mais expostos às figuras femininas: mulheres lindas de olhos claros que parecem viver apenas em seus mundinhos particulares.
      Para o menino, não é tanto o supérfluo que lhe chama a atenção, mas sim a personalidade das pessoas ao seu redor. Nem mesmo a beleza de uma das mulheres que constantemente caçoam de sua inocência é capaz de superar a bondade que lhe encanta na misteriosa Madame M. Parece se formar um verdadeiro paradoxo: em uma sociedade que o dinheiro parece ser a única coisa que importa para os adultos sabidos, a criança "boba" consegue ver o que realmente importa.
      Ao contrário do que eu esperava, a escrita de Dostoiévski é leve e, em muitos momentos, até descontraída. Acredito que essa linguagem fácil foi usada para se aproximar da realidade do garoto de 11 anos, mas também parece ser um traço natural do autor. Logo que tiver a oportunidade, irei me aventurar em algum de seus romances mais conhecidos para tentar absorver mais de seu jeito literário.
      Uma das coisas que mais me chamou a atenção sobre "Um pequeno herói" foi o contexto em que o livro foi escrito. Dostoiévski estava preso por suposta conspiração contra o tsar e, mesmo na escuridão e sofrimento da prisão, foi capaz de escrever uma narrativa tão luminosa e até mesmo divertida. Repleto de ironias e críticas quase escancaradas contra o modo fútil que vivia a aristocracia da Rússia no século XIX, "Um pequeno herói" nos traz uma visão histórica por meio de uma história simples como a de um primeiro amor infantil.
Nota: 4 estrelas

Beijinhos, Beatriz.

sábado, 2 de abril de 2016

Meu Aeroporto Literário - Março


       Estou orgulhosa de aparecer aqui no blog com um "Meu Aeroporto Literário" muito mais movimentado do que o de Fevereiro. Em março, comecei a faculdade e os professores nos encheram de leituras. Apesar de muitas deles serem apenas trechos, também começamos a leitura de alguns livros na íntegra.

1- Balcão de Check-in (Livros que comprei)
       *Convergente - Veronica Roth
       *Um pequeno herói - Fiódor Dostoiévski
       *Manual de Linguística - Mário Eduardo Martelotta
       *Língua Portuguesa I: Fonética e Fonologia - Adelaide Silva
       *Norma Culta Brasileira: Desatando alguns nós - Carlos Alberto Faraco
       *Odisseia - Homero
       *A língua do Brasil amanhã e outros mistérios - Mário A. Perini

       Esse mês não comprei muitos livros além dos pedidos pela faculdade (os últimos cinco da lista acima), já que não queria me atrasar nas leituras obrigatórias. É a primeira vez que entro em contato com livros que debatem a questão da língua e a abrangência da Linguística, uma experiência que estou amando!

2- Portão de Desembarque (Livros lidos)
       *Dezessete Luas - Margaret Stohl e Kami Garcia
       *A Sereia - Kiera Cass
       *A 5ª Onda - Rick Yancey

      Ainda não consegui retomar o ritmo de leitura de janeiro, mas estou feliz por ter melhorado em relação a fevereiro. "Dezessete Luas" e "A Sereia" li no início do mês, mas, graças às leituras da faculdade, só consegui terminar "A 5ª Onda" no último dia do mês.

3- Voo de Cruzeiro (Livros que estou lendo)
      *Manual de Linguística - Mário Eduardo Martelotta
      *Língua Portuguesa I: Fonética e Fonologia - Adelaide Silva
      *Norma Culta Brasileira: Desatando alguns nós - Carlos Alberto Faraco
      *Odisseia - Homero

      Como nesse mês não desisti de nenhum livro, resolvi substituir a seção "Voos Cancelados" pela "Voo de Cruzeiro". Nessa seção, mostro os livros que estão em andamento, mas que ainda não pude terminar, semelhante ao momento do voo em que já estamos em uma altitude estável e não chegamos ao nosso destino final. Em fevereiro, todos os livros que ficaram "em aberto" são pedidos da faculdade e eu não os terminei justamente para acompanhar o ritmo de leitura determinado pelos professores.

4- Fila de Embarque (Livros que continuam na estante)
       *Os Heróis do Olimpo: A Marca de Atena - Rick Riordan
       *A Letra Escarlate - Nathaniel Hawthorne
       *Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Anjos Caídos - Cassandra Clare       
       *Morte Súbita - J.K. Rowling       
       *Gabriela, Cravo e Canela - Jorge Amado       
       *Fogo Morto - José Lins do Rego       
       *Claro Enigma - Carlos Drummond de Andrade
       *Convergente - Veronica Roth
       *Um pequeno herói - Fiódor Dostoiévski
       *A língua do Brasil amanhã e outros mistérios - Mário A. Perini

     Nesse "Meu Aeroporto Literário", como incluí uma nova seção, não incluí os livros que estou lendo na "Fila de Embarque", já que tecnicamente eles estão sendo lidos e não parados na estante. Minha meta para este mês é terminar, pelo menos, cinco livros, então, provavelmente, veremos uma melhora nessa pilha. Apesar de ainda ter muitos livros para ler, fico feliz que estou movimentando minha vida literária novamente. Afinal de contas, estou estudando Letras; não podia ser uma leitora descuidada!

Beijinhos, Bia.

domingo, 13 de março de 2016

Uma linha de pensamento

   Aquela voz insistente no fundo de minha mente parecia ainda sussurrar suas últimas palavras. Quero te ter por perto novamente, mas temo que nossos destinos nunca mais se cruzem. Sei que tudo indica que ainda iremos nos encontrar, porém, é impossível não sofrer com a possibilidade desse reencontro nunca acontecer.
    Vejo as fotos que temos juntos e analiso o quanto crescemos ao longo dos anos em que nos conhecemos. Parece que foi ontem que tropecei nos seus pés quando você quis tirar uma foto posicionado atrás de mim, mas já se passaram centenas e centenas de dias.
    Você foi uma parte tão grande do meu crescimento pessoal que não consigo aceitar a ideia de que tenha sido apenas isso: às vezes, um apoio, outras tantas, um obstáculo na minha jornada. Sei, como sempre soube nas nossas outras separações, que ainda não sumi de sua vida. Estou em seus sonhos, em seus medos, em seus traumas, em suas lembranças. Sou a garota que te rejeitou e também aquela que te amou mesmo quando meu coração você quebrou.
    Você pode não ser o grande amor da minha vida, mas também não é o garoto que simplesmente deixei para trás. Somos algo a mais que só o tempo nos mostrará.

Beijinhos, Beatriz.

sábado, 5 de março de 2016

Portas e corredores

      Mais alguns passos para longe de sua mãe. Mais alguns segundos antes de toda sua adolescência oficialmente acabar. Mais alguns pensamentos inseguros diante desse novo mundo que se abria diante de seus olhos.
      A jovem chegava em seu primeiro dia de faculdade com o coração e mente abertos, mas com a alma aflita. Temia não se encaixar, sofria por não conseguir esquecer o passado e sabia que acabaria comparando seu último ano com as novas experiências.
     Porém, logo que chegou, deparou-se com grande parte dos colegas de seu curso reunidos e aproveitou para se sentar com eles. E, ao contrário do que esperava, não se sentiu nem sozinha nem nostálgica. Ela se sentiu feliz e compreendia. A cada nova amizade iniciada, um novo sopro de vida enchia seus pulmões.
     Definitivamente, ela sentiria falta de seu passado, mas o futuro parecia cada vez mais brilhante. Talvez o essencial para se seguir em frente seja adaptar-se ao seu novo ambiente. E, se o passado valer a pena, ela tinha certeza que o Destino o traria de volta.

Beijinhos, Beatriz.

terça-feira, 1 de março de 2016

Meu Aeroporto Literário - Fevereiro


         Meu Aeroporto Literário foi tão parado em Fevereiro que, na verdade, esse post nem deveria existir, mas, como quero começar a ter uma rotina aqui no blog, resolvi postá-lo. Espero que, em Março, eu consiga recuperar todo esse tempo perdido sem leituras.

1- Balcão de Check-in (Livros que comprei)
         *Como Eu Era Antes de Você - Jojo Moyes
         *A 5ª Onda - Rick Yancey
         *Dezessete Luas - Kami Garcia e Margaret Stohl
         *Os Heróis do Olimpo: A Marca de Atena - Rick Riordan
         *A Sereia - Kiera Cass

        Como eu só possuía livros comprados há muito tempo na minha estante, resolvi comprar alguns para conseguir me revezar entre leituras antigas e novas. Não consegui encontrar o livro "Sobre a Escrita" do Stephen King, então acabei comprando "Como Eu Era Antes de Você"

2- Portão de Desembarque (Livros lidos)
        *Como Eu Era Antes de Você - Jojo Moyes

        Sim, vocês não leram errado. Eu realmente só li um livro durante o mês inteiro. Porém, deixem que eu me explique! No início de fevereiro, eu me esforcei (e forcei) para ler "A Letra Escarlate", entretanto, não passei da introdução e acredito que não é culpa do livro e sim do momento literário em que eu estava. Depois das minhas compras literárias, li "Como Eu Era Antes de Você", mas demorei muitos dias para começar "Dezessete Luas" e, apesar de já ter mais de 350 páginas das 462 do livro, não quis correr a leitura apenas para terminá-lo ainda em fevereiro.

3- Voos cancelados (Livros abandonados)
        *A Letra Escarlate - Nathaniel Hawthorne

       Conforme expliquei na categoria anterior, eu realmente tentei continuar a leitura, mas algo em mim não estava "batendo" com o livro. Acredito que o "Cidade de Vidro" da Cassandra Clare, meu último livro de janeiro, tenha me deixado muito elétrica e a escrita mais calma do início de "A Letra Escarlate" tenha me desanimado. Entretanto, ao contrário do mês passado, pretendo retomar essa leitura abandonada em outro mês.

4- Fila de Embarque (Livros que continuam na estante)
       *A 5ª Onda - Rick Yancey
       *Os Heróis do Olimpo: A Marca de Atena - Rick Riordan
       *A Sereia - Kiera Cass    
       *A Letra Escarlate - Nathaniel Hawthorne
       *Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Anjos Caídos - Cassandra Clare       
       *Morte Súbita - J.K. Rowling       
       *Gabriela, Cravo e Canela - Jorge Amado       
       *Fogo Morto - José Lins do Rego       
       *Claro Enigma - Carlos Drummond de Andrade

       A pilha aumentou graças à Ressaca Literária que tive, mas pretendo aproveitar esse início das aulas para adiantar as leituras. Não coloquei "Dezessete Luas" nessa lista, pois, como já estou quase terminando a leitura, o livro já está quase desembarcando no meu Aeroporto Literário. Acredito que, em março, terei que comprar novos exemplares por causa da faculdade, mas, de qualquer maneira, me esforçarei para essa fila de embarque não continuar apenas crescendo!


Beijinhos, Bia.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Planejando a semana antes do primeiro dia de aula

      Minhas férias inevitavelmente estão acabando, então comecei a me preocupar de verdade com as questões da faculdade. Como ainda não sei quase nada sobre o funcionamento do meu curso, não pude fazer nada além de comprar um caderno de 10 matérias e uma agendinha para conseguir manter os trabalhos e provas em dia.
      Agora, nesses poucos dias antes do retorno às aulas, resolvi seguir algumas das dicas que dificilmente cumpri nos anos anteriores e que são boas para se sentir mais relaxada quando a rotina voltar.
1º - Retomar o horário normal de sono
Nas férias, tenho o hábito de dormir às 5 ou 6 da manhã e acabar acordando apenas meio-dia ou 1 da tarde. Para evitar sentir aquele cansaço imenso na primeira semana de aula, resolvi parar de trocar o dia pela noite e realizar minhas últimas leituras de férias durante o período da manhã. Hoje mesmo, pretendo, logo que acabar o Big Brother Brasil, tentarei dormir para que amanhã continue a ler "Dezessete Luas".

2º - Separar as roupas que você pretende usar na faculdade/escola
Caso você estude ou tenha estudado (como no meu caso) em uma escola com uniforme, você já tem o o costume de não precisar escolher o que vestir. Porém, mesmo nessas situações, é bom separar o uniforme em uma parte específica do armário para que não haja nenhum desespero para encontrar a camiseta às 6 da manhã. Já que irei começar a faculdade, separei uma parte do meu armário para as calças, camisetas e casaquinhos que usarei nas aulas, assim evito de acabar desgastando roupas "de sair" enquanto estudo.

3º - Organizar seu material escolar
Já que meus veteranos nos avisaram que os professores de Letras costumam escolher a edição dos livros que leremos nas aulas, resolvi não me aventurar na compra de nenhum deles, pois poderia acabar apenas desperdiçando dinheiro. Mesmo assim, já deixei separado meu caderno, minha agenda, um estojo com o material mais básico (lápis, caneta, borracha, corretivo) e uma pasta para guardar circulares. Acredito que organização é uma das melhores coisas para fazer qualquer seja a escola ou faculdade que você irá cursar.

4º - Fazer o que mais gosta
Essa talvez seja a dica mais importante. A melhor coisa a se fazer antes de voltar para uma rotina mais cansativa é priorizar as suas atividades preferidas. Como passei por um mês de grave Ressaca Literária, tentarei ler dois livros essa semana para compensar o tempo perdido. Além disso, quero voltar a escrever meu novo projeto, já que parei na 12ª página e quero retomar o ritmo antigo.

E vocês? Como aproveitam a última semana de férias?
Beijinhos, Bia.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A vida passa, mas as memórias permanecem

     O que fazer quando seu coração arde e queima só de pensar em alguém? Como agir se as memórias são mais fortes do que qualquer outra coisa de seu presente? Quando desistir de seu passado se ele parece tanto seu futuro?
      Sempre achei que ter e perder algo importante fosse melhor do que simplesmente nunca ter. Agora vejo que é muito mais difícil se desprender quando você já sabe o quanto aquilo é importante para sua vida. Depois de tantos meses de momentos incríveis, consigo sentir a dor de cada semana sem sua presença.
      Não é a ideia da perda, mas a eterna e insolúvel dúvida que me corrói a cada foto que visualizo ou a cada momento que revisito em minhas lembranças. Sei que deveria agradecer a Deus por ter me dado um ano de histórias tão incríveis, por ter me permitido realizar todos os meus sonhos, por ter conhecido tantas pessoas maravilhosas em tão pouco tempo. Porém, é inadmissível apenas aceitar que toda essa parte imensa do meu coração partiu.
     A verdade é que, mesmo se o Destino não me ajudar e eu nunca mais ver aqueles que me acalentaram em alguns dos piores dias da minha vida, ainda serei capaz de lembrar sorrindo e chorando de cada um dos rostos que me deram as melhores lembranças que eu poderia pedir. Cada dança atrapalhada, cada careta inusitada, cada foto e gravação espontânea, cada rabisco em meus cadernos, cada manhã passada com o melhor grupo que eu poderia querer.
    Não permiti que essa história escapasse por meus dedos, mas, caso algum dia eu a deixe partir com o vento, quero que se lembrem de mim como eu sempre me lembrarei de vocês.

Beijinhos, Bia.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Meu Aeroporto Literário - Janeiro


      Hoje começa aqui no blog um novo quadro: o Meu Aeroporto Literário. Já que sempre dizemos que os livros nos fazem viajar sem precisarmos sair de nosso lugar, resolvi levar essa ideia um pouco mais além. Portanto, nesse novo quadro mensal, irei comparar a movimentação de minha estante com as idas e vindas de um aeroporto! Então, peguem suas passagens e embarquem nas minhas viagens de janeiro.

1- Balcão de Check-in (Livros que comprei)
     *Felizes para Sempre - Kiera Cass
     *Os Crimes ABC - Agatha Christie
     *Diário da Princesa: O Casamento da Princesa - Meg Cabot
   
     Em janeiro, meu aeroporto recebeu apenas três novos livros. Como minha estante em 2015, só serviu para acumular mais e mais leituras atrasadas, resolvi comprar menos nesse mês e ler alguns dos títulos que estavam na pilha.

2- Portão de Desembarque (Livros lidos)
     *A Herdeira - Kiera Cass
     *Felizes para Sempre - Kiera Cass
     *Círculo Secreto: O poder - L.J. Smith
     *Diário da Princesa: O Casamento da Princesa - Meg Cabot
     *Os Crimes ABC - Agatha Christie
     *Os Instrumentos Mortais: Cidade de Vidro - Cassandra Clare
   
     Nesse primeiro mês de 2016, li seis livros, quase alcançando as minhas leituras de 2015 inteiro (foram sete, como comentei nos posts anteriores) e fiquei extremamente orgulhosa de ter conseguido alcançar um número tão expressivo, ainda mais após três anos de poucas leituras. Não li dois livros por semana, como coloquei de meta anual, mas cheguei bem perto. Gostei também de ter lido três livros que eu já tinha, ao invés de só comprar novos!

3- Voos cancelados (Livros que abandonei)
     *Não se apega, não - Isabela Freitas

     Em janeiro, "Não se apega, não" foi o único livro que desisti de ler. Eu comprei esse livro em 2015 e estava curiosa para ler esse best-seller nacional, mas simplesmente não consegui me conectar com as histórias. Gostei da escrita da Isabela Freitas, porém, algo faltou para que eu quisesse continuar a leitura.

4- Fila de Embarque (Livros que continuam na estante)
    *A Letra Escarlate - Nathaniel Hawthorne
    *Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Anjos Caídos - Cassandra Clare
    *Morte Súbita - J.K. Rowling
    *Gabriela, Cravo e Canela - Jorge Amado
    *Fogo Morto - José Lins do Rego
    *Claro Enigma - Carlos Drummond de Andrade

    Os quatro primeiros livros foram adquiridos em janeiro e dezembro de 2012, ou seja, estão há muito tempo nessa fila de embarque! Já "Fogo Morto" e "Claro Enigma" foram comprados no ano passado para serem lidos para o vestibular da federal, mas não consegui lê-los a tempo. Em fevereiro, pretendo ler, pelo menos, "A Letra Escarlate" e "Gabriela, Cravo e Canela".

Beijinhos, Bia.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Estantes de todos os tipos!

       Tenho um sonho que, provavelmente, todos vocês já tiveram: ter uma estante de livros tão lindas quanto as de blogueiros literários em seus vídeos no Youtube. Estava assistindo alguns vídeos ontem sobre como organizar uma estante e manter os livros limpinhos e fiquei ainda mais animada para o dia que eu tiver a minha! Pela estante do meu Skoob (conheça a minha estante e me adicione), tenho 218 livros (tecnicamente está escrito 217, mas é que eu pulei algum dos livros lidos na hora de passar para a parte "Tenho"), então, já tenho uma coleção considerável e espero um dia deixá-la bem linda à mostra. Por enquanto, vou me contentar em mostrar vários tipos de estantes incríveis que encontrei na internet!



Essas duas primeiras estantes criam o que eu adoro chamar de "cantinho da leitura". Reparem como a mesinha fica perto dos livros, o que geraria um lugar ótimo para escrever e ler!


Essa estante possui o charme de ter as prateleiras organizadas de forma móvel, ou seja, consegue armazenar muitos mais livros do que aparenta à primeira vista!


Essa é o exemplo do que um dia sonho em ter! Organizada, simples e colorida pelas capas dos livros. É quase um closet de livros!

Esse é o tipo mais prático, pois possui uma porta de vidro que impede a entrada de sujeira e insetos nos livros.

Qual dessas estantes é a sua preferida?
Beijinhos, Bia.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Livros para ler e metas para vencer...


        Finalmente, depois de uma "pausa" desde o fim de 2012, consegui começar o ano lendo em disparada. 2016 já começou me trazendo sequências de séries que eu adoro (como "A Seleção") e eu estou ansiosa para continuar embarcando em tantas boas histórias.
        Por causa disso, resolvi trazer para vocês a minha meta de leitura para 2016. Como passei na Federal no curso de Letras, terei que ler bastante para o curso, mas não quero seguir apenas o que for obrigatório. Vai ser o meu momento de me aprofundar ao máximo no mundo da Literatura e eu não quero perder isso por nada nesse mundo.
        Como no meu primeiro período, a única matéria dirigida especificamente para essa área é a de Literatura Épica, vou aproveitar para adiantar as minhas leituras até agosto, mas meu objetivo principal é manter um ritmo constante durante todo o curso. Por isso, estabeleci uma meta pessoal de dois livros por semana.
       Até o momento, já se passaram três semanas de janeiro e eu só li quatro livros, ou seja, ainda estou um pouco enferrujada, mas não vou perder as esperanças tão cedo! Além do mais, já li mais da metade da quantidade de livros de 2015 (foram apenas 7 leituras, ano passado).
       Fora essa meta literária, também tenho outras duas para cumprir esse ano. A segunda consiste em dedicar, pelo menos, um dia da minha semana a minha escrita. Pretendo disponibilizar alguns dos meus trabalhos aqui para vocês, em formato de e-book ou talvez eu volte a fazer minhas novelas também! 2016 vai trazer várias novidades aqui para o meu cantinho.
       A terceira e última meta consiste em me dedicar mais ao blog através de, no mínimo, três posts semanais. Esse "Diário" é o meu porta-voz para todos vocês, para o resto do mundo, e eu não posso continuar a relegá-lo a um décimo plano. Sei que já comecei o ano descumprindo essa meta, mas pretendo me ajustar até o início das minhas aulas!
       Estou muito ansiosa para começar uma nova jornada com a companhia de vocês e espero que gostem de percorrê-la comigo!
Beijinhos, Beatriz.
     

sábado, 2 de janeiro de 2016

O que vou fazer com você, 2016?

       Pela primeira vez nos meus quase 18 anos, tive uma sensação diferente ao ver os fogos celebrando o início de um novo ano. Sempre possuí aquela esperança clichê de que uma mudança de número no meu calendário poderia trazer as soluções para todos os meus problemas. Porém, depois de um surpreendente 2015, percebi que não há milagres caindo do céu junto com a pólvora.
       À 00h00, uma profunda animação para viver atingiu meu coração. Após anos na escola, enfrentarei meu primeiro ano na faculdade, meu primeiro ano sem ter as mesmas metas que todos os meus amigos, meu primeiro ano podendo ser realmente quem eu sou.
      Sempre achei a liberdade bastante assustadora e, agora, encarando-a de forma tão próxima, sei que eu estava certa. O que você fazer quando você pode fazer tudo? Quem você quer escolher quando não há mais fofocas no corredor para comentar sua escolha? O que escrever quando há todo o tempo do mundo para isso?
      Eu, até o final de 2014, deixei muito a minha vida me levar para onde quisesse. Não tinha tomado decisões nem mudado as coisas que me desagradavam. Entretanto, em 2015, comecei a escrever o futuro que eu queria. Fiz amizades incríveis com pessoas que nunca imaginei que conheceria, desapaguei-me de velhos hábitos e pessoas que me desagradavam imensamente e trilhei os primeiros passos da minha jornada.
      Em 2016, sinto que meu verdadeiro objetivo é viver. Quero lutar pelo que eu quero, mesmo se os obstáculos forem quase intransponíveis, Quero me apaixonar intensamente e viver o máximo dessa relação. Quero escrever sobre tudo e sobre nada, sobre meus sonhos e meus pesadelos, sobre minha alma e meus próprios demônios.
      Acho que, em 2016, o meu segredo vai ser viver como se cada dia fosse o último. Meu medo sempre foi de as coisas acabarem e eu me arrepender de não ter as aproveitado. Eu não quero que os anos passem e, de repente, já seja tarde demais. Nossa história foi feita para escrevermos e estou decidida a não desperdiçar nem mais uma linha.

Beijinhos, Bia.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Foi a última vez?

     Imagino o som de sua voz e sinto como se não estivesse sendo fiel ao que realmente saía de sua boca. Relembro-me de seus olhos suaves e parece que eles não são tão brilhantes quanto pessoalmente. O toque de suas mãos está na minha cintura, mas é apenas mais uma ilusão cruel de minha memória.
      Dói profundamente, e de uma forma que nunca imaginei, pensar que talvez tenham se passado os nossos últimos momentos juntos. Como uma faca despedaçando cuidadosamente meu coração, vejo seu rosto tão perto do meu, mas nossos lábios nunca próximos o suficiente.
      Como os meses, e anos, de nossa história se passaram tão rápidos? Como eu não percebi desde aquele primeiro instante que você não era apenas um personagem no meu enredo, mas o protagonista? Como eu te deixei ser apenas um coadjuvante de tantas histórias de amor quando só você estava no meu coração?
      Não consigo ainda aceitar que agora já não há mais uma data certa de quando nos veremos novamente. Sempre ouvi dizer que acabar a escola trazia momentos nostálgicos e grandes saudades, mas te deixar para trás é mais do que posso suportar. Apesar de todas as minhas raivas, de todos os seus ciúmes, de todos os nossos erros, há anos eu não consigo mais imaginar uma vida sem você.
       Uma vez, li uma linda declaração de amor de uma menina que dizia para o seu amado: "Não importa o que seja, eu só quero ser algo grande na sua vida - uma grande amiga, uma grande namorada...". E sinceramente, eu a entendo completamente. De sua vida, eu só quero participar até o meu último suspiro. É claro que espero ser seu grande amor como você é o meu, mas é muito mais insuportável a ideia de não ser mais nada diante de seus olhos.
       Quero ter forças para não te deixar partir, quero ter forças para dizer tudo o que escondi nesses anos. Quero que eu te diga as três palavras mais desperdiçadas do mundo e você as me retribua com todo o amor que é capaz de sentir. Quero o seu tudo, seu bem, sua paz, seu sorriso, sua alma.
       Não nos despedimos no nosso último capítulo do livro "Escola" da minha vida, então, talvez isso signifique que você não é alguém que simplesmente ficará nos meus anos juvenis. Talvez Deus estivesse me dando um spoiler esperançoso, talvez algo de bom só estivesse me dizendo: ele vai voltar. E eu não poderia estar mais desesperada pela sua volta.

Beijinhos, Beatriz.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

De outras vidas até você

        Eu sempre acreditei em outras vidas, mas, só quando te encontrei pela primeira vez há alguns anos, que tive a verdadeira sensação de não ser a primeira vez que nos víamos. Por um segundo, antes de eu julgá-lo com minhas antigas ideias, meu coração parou e era como se já tivesse te visto entrando por uma porta para participar da minha vida.
        Agora, tanto tempo e sofrimento depois, é como se meu sentimento por você não fosse baseado apenas no que vivemos nessa vida. Quando estou ao seu lado, sinto uma calmaria, uma paz, que nada que passamos durante esses anos poderia explicar. Você é meu porto seguro, apesar de ser a minha pior tempestade. Você tem o olhar mais importante, mesmo quando só expressam tristeza ou rancor.
       Como se estivéssemos revivendo nossa história, sinto que preciso corrigir os erros de um passado que não conheço. Sempre que nos separamos, que brigamos, você encontra um caminho de volta para mim. Em meio a todo ódio e toda mágoa que criamos, ainda assim conseguimos ficar felizes quando nos encontramos de manhã e eu não consigo realmente explicar esse amor. Por que sofremos tanto um pelo outro se nem ao menos testamos literalmente esse relacionamento? Por que minha opinião, um mero "imbecil" proferido pela minha boca, é capaz de te destruir? Por que um mero segundo de desprezo seu pode ser o responsável por acabar com o meu dia?
        Não sei se já passamos por isso em outras vidas, mas sei que não posso te deixar partir mais uma vez sem nem ao menos tentar resolver a nossa relação. Se vamos nos separar, que nos separemos para sempre, mas, se vamos nos amar, que esse amor seja eterno. Mesmo que seja eterno apenas enquanto dure.

Até logo, Beatriz.

sábado, 14 de novembro de 2015

Um mundo melhor ainda é possível?

      Todos devem ter vistos as imagens de horror durante e depois os atentados que mancharam de sangue mais uma vez as maravilhosas ruas de Paris. E antes que alguém diga "Se fosse na África, ninguém estaria ligando", essa chacina seria horrível em qualquer lugar do mundo, independentemente do nível econômico do país.
       Todos nós somos seres humanos, todos vivemos no planeta Terra e não importa se foi um deus ou apenas o Big Bang que nos pôs aqui. Somos todos da mesma espécie, de uma imensa família, mas mesmo assim por que ainda existem pessoas matando e ferindo por causa de religiões, de cores de pele?
       Às vezes, pego-me pensando se ainda há saída para essa nossa civilização. Ainda temos o espírito humano em nossas almas ou só nos comportamos de forma racional quando nos agrada? Encontraremos um jeito de contornar todos os problemas que afligem o mundo sem mais guerra sem mais ódio? Ou continuaremos a ouvir tantos tiros, tantos gritos, tantas últimas palavras?
         Hoje, eu gostaria que todos no mundo parassem um pouco e escutassem o silêncio de um mundo baleado. Hoje, todos nós fomos feridos. A cada arma disparada, menos uma chance de termos um mundo melhor. A cada corpo caído no chão, a cada criança sem vida na praia, deixamos mais um pouco da nossa humanidade para trás.
         Eu espero que hoje a força do bem ilumine mais uma vez o ser humano e não nos deixe cair na escuridão sozinhos. Precisamos da esperança para podermos nos reerguer. Os humanos estão se perdendo de suas próprias almas e é necessário que consigamos encontrar a luz antes que seja tarde demais. Antes que não haja nem mais alma alguma para salvarmos.

Até logo, Beatriz.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Estou de volta!

Então, gente, vou começar meu post avisando que finalmente parte do meu vestibular já passou! A primeira fase da federal já foi e agora, enquanto me preparo para a próxima, decidi dar uma retomada aqui no blog. Além de o meu último ano na escola já ter acabado (nosso cronograma é um pouco diferente), 2015 foi um ano muito marcante na minha vida tanto em aspectos ruins como bons e acho que isso influenciou muito a minha forma de ver o mundo. 
E uma das coisas que mudaram muito durante esse ano foi a minha maneira de encarar o amor. Na verdade, bem sinceramente mesmo, não mudou tanto assim, mas estou tentando encarar esse sentimento de um jeito mais leve e descontraída. Já cansei um pouco de relacionamentos complicados!
Por causa disso, resolvi postar minha volta com um textinho super condizente com essa nova vibe da minha vida. Espero que gostem!

         Olhos. Nunca parei para pensar o quanto os olhos podem esconder ao invés do tanto que eles mostram. Entretanto, ao te ver contendo o choro na última semana, senti como se algo bem profundo em mim despertasse.
          Você sempre fez o tipo durão, que nada nem ninguém abala, então, definitivamente esse comportamento não condiz com meus pensamentos a seu respeito. Talvez aquela menina que você tanto amou tenha endurecido o seu coração após quebrá-lo.
         Será que há conserto para uma pedra de gelo? Não tenho uma resposta clara, mas sempre que te vejo me observar sinto que algo em você está implorando para se apaixonar. A cada foto que você tira de mim, tanto o seu coração frio quanto o meu magoado por outro amor parecem ceder um pouquinho. O seu provavelmente avançando mais do que o meu, mas não podemos desprezar meus pequenos passos.
        Acredito que nossa vida dá tantas voltas que nada me surpreenderia se você acabasse formando comigo o shipper endgame. Não que essa seja minha vontade, devo ser sincera. Ainda estou tentando me acostumar com essa ideia de parar te ver e te ter como um amigo birrento para me envolver emocionalmente com você. É estranho pensar que, há dois anos, essa possibilidade nem ao menos existia, nossa história nem dava sinais de que aconteceria; agora, é claro como meus caminhos, auxiliados por sua determinação, me guiam até você.
         Talvez eu esteja me encantando ou simplesmente queira que minha vida ande um pouco. Estou exausta de relacionamentos profundos, de choros sem abraços, de brigas sem respostas diretas e imediatas. Eu quero viver o sentimento na plenitude ou, então, nada. Não suporto mais meio-termos. Se você não me bastar, tudo bem, acabou. Mas se formos um casal compatível, sei que nada faltará.

Beijinhos, Beatriz.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Quando tudo voltará a ser sobre nós dois?

     Todo mundo sempre fala sobre qual é o momento em que o ser humano se apaixona, qual é o "clique" que nos faz olhar para aquela pessoa especial com outros olhos? Será que isso pode acontecer à primeira vista ou você precisa conhecer muito a dita paixão para sentir algo por ela?
      Sinceramente, esse não é um questionamento que me importe. Saber quando você passou a se interessar por alguém é totalmente irrelevante se pensarmos em quando sabemos que amamos alguém. Como isso acontece? Em que momento de nossa vida percebemos que aquela pessoa que ocupa nossa mente é mais do que uma paixonite aguda? Quando conseguimos enxergar que quem lhe faz extremamente feliz, ou extremamente brava, se tornou parte essencial de nossas histórias?
      Acho que quando se trata de nós dois foram as nossas "brigas" que me fizeram ver quanto você era especial. A cada indireta agressiva, a cada passo que dávamos um para longe do outro, eu percebia que você era muito mais do que um amigo. Porém, eu me recusei a aceitar esse sentimento e o enterrei com xingamentos e um grande ódio, que não faço ideia de onde veio.
      Entretanto, agora, depois de tantas idas e vindas nossas, sinto que não posso te perder mais uma vez. O nosso último afastamento foi doloroso demais e eu não suporto a ideia de passar por tudo aquilo de novo. Preciso que voltemos para aqueles dois fofos que fomos um dia, mas não faço a menor a ideia de como.
      Essa temporada da série da minha vida parece estar me mostrando todos os caminhos que minha personagem pode seguir. Vejo novas amizades aparecendo, novos amores querendo se destacar, novas partes da minha personalidade aflorando. Mas a verdade é que eu só quero você. Eu não quero uma mudança de enredo. Não quero acabar com o casal principal.
      Nós dois somos o casal principal dessa história, todo o resto são apenas as outras pontas dessas formas geométricas amorosas. Você é o meu Príncipe, não importa como Vilão você se vê, e eu sou a sua Mocinha. Não somos um casal perfeito, temos sérias divergências, mas, no fundo, nossos caminhos sempre voltam a se encontrar.
      Quando você perceberá que não podemos mais perder tempo? Quando você vai se dar conta que, no fim, tudo é sobre nós dois encontrando o nosso caminho juntos?

Até a próxima,
Beatriz.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Oi, pessoal!

       Nem vou me prolongar muito na minha explicação de porque sumi: estou em ano de vestibular e é uma correria que não dá para controlar. Como praticamente hoje acabou o meu primeiro bimestre, resolvi vir aqui e aparecer para falar um pouco sobre minha vida!
        As metas de leitura de fevereiro foram um fracasso total, gente. Nem encostei naqueles livros, então melhor não comentar. Mas, para compensar, li essa semana dois livros (Lucíola e Poemas Escolhidos de Gregório de Matos) sobre os quais irei comentar no post de maio do Estante do Mês.
         Já programei um post fofo para amanhã (mas nada compete com esse panda lindinho da foto), porém não vou deixar hoje sem dizer nada sobre minha vida. Então, vamos às minhas reflexões do mês de março/abril.
         Acredito que vocês não saibam disso, mas sou grande fã da One Direction (até fui ao show deles no Rio de Janeiro ano passado) e, como foi amplamente divulgado na imprensa nas últimas semanas, o Zayn saiu da banda. Não vou dizer que fiquei realmente triste com a saída, mas ainda não me acostumei com a ideia de que, a partir do próximo álbum, nenhum das músicas vai ter aquela voz aguda do Zayn, que sempre foi minha preferida!
         Além disso, outra coisa de qual sou fã sofreu uma grande perda: The Vampire Diaries, a partir da sétima temporada, não contará mais com Nina Dobrev no elenco. Não entendo como a série vai seguir sem a Elena (a protagonista mais chata do mundo, mas que ninguém suporta perder), mas ainda tenho esperanças que eles vão dar um final digno para Delena (meu segundo casal favorito da televisão).
        Sei que essa minha volta não foi cheia de coisas interessantes para vocês, mas, como esse blog é meu cantinho de desabafo, estava morrendo de saudades de contar como estou! Espero conseguir voltar mais vezes (amanhã estarei aqui de novo, não esqueçam!).
Até a próxima,
Beatriz.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Primeira semana de aula!

Imagem nada a ver com escola, mas que combina com aquele
clima de liberdade de feriado!
Então, voltei, gente! Sei que sumi 9 dias, mas foi por um bom motivo: foi a minha primeira semana de aula e eu estava cheia de coisas para arrumar. Nem posso dizer que deu tempo para arrumar o blog desde que o Carnaval começou, porque aí que fiquei ainda mais atrapalhada com meus horários.
Esse post é menos técnico e mais um pequeno relato dessa minha primeira semana no último ano do Ensino Médio. 
Primeiro: meu Deus, quanta matéria! Já esperava que fosse uma correria, mas nunca me senti tão cansada depois de uma aula. Agora que estou revisando todo o conteúdo do dia à tarde, parece que cada página dura uma eternidade!
Segundo: vocês já assistiram 50 Tons de Cinza? Felizmente, a classificação indicativa caiu para 16 anos e eu pude assistir ao filme (inclusive, pretendo trazer amanhã uma "resenha" do filme, comparando-o com o livro). Não vou comentar muito, já que será o post de amanhã, mas devo dizer que me surpreendi para o bem!
Terceiro: gente, estou decepcionada. Logo na minha primeira semana do Estante do Mês, já que consegui sair da linha. Ainda não comecei a ler "Gabriela", apesar do título constar na barra lateral no site, e acabei me aventurando na leitura de "50 Tons mais Escuros" e já li 119 páginas. Acho que, em Fevereiro, minha Estante vai ser bem frustada.
Quarto: estou muito feliz mesmo por ter tido tantos comentários nessa semana que passou! Muito obrigada, pessoal! Estou ansiosa para trazer muitas novidades para vocês.
Ah, antes que eu me esqueça: não estarei aqui no blog todos os dias, já que minhas aulas começaram. Estou colocando como meta três posts por semana! Espero que vocês me entendam.
E a semana de vocês, como foi?
Até a próxima,
Beatriz.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Estão preparados para dançar?

Não importa em que blog eu esteja, eu sinto a necessidade de mostrar aos meus leitores sobre um dos meus jogos favoritos: Just Dance. 
Comecei a dançar nesse divertido na versão Just Dance 3 e agora já estou me aventurando nas coreografias de Just Dance 2015. Também jogo as primeiras duas edições do Dance Central, mas sinceramente, depois que comprei a nova versão de JD, não consigo mais largá-la!
Para quem não conhece, o Just Dance (e também o Dance Central) consistem em você repetir os passos de diversas coreografias com o objetivo de alcançar as maiores pontuações. No começo, acompanhar os bonecos é difícil, já que você insiste em obedecer o passo e não necessariamente como o boneco está fazendo. O mais legal é quando você começa a decorar as coreografias e não precisa mais se preocupar tanto com a imagem.
Como adoro dançar, acabo usando esses jogos para me exercitar e sempre me divirto muito. Por causa disso, escolhi minhas músicas favoritas do Just Dance 2015.










Até a próxima,
Beatriz.